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South Island Gi And No Gi NZ Grappling Champs. Congratulations to professor Ryan and all competitors from Gracie Humaita New Zealand.

Por royler

Mike Pascoe Winning His Second Fight Of The Day

Mike Pascoe Looking To Get The Mount.

Mike Pascoe Setting Up Triangle.

Ricky Curline Gracie Humaita NZ Competition Team.

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Congradulations to all Team Gracie Humaita Las Vegas and Professor Mica.First place at International Las Vegas Open.

Por royler

In the center,Mica with the trophy first place Las Vegas Open 2011.

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Rickson’s seminar more photos.

Por royler

Kid Peligro,Rickson and Royler.

Royler and Rickson.

Group picture.

Rickson with all the representatives from Gracie Humaita.

Royler and Ciro.

Another group picture.

Moshe,Royler,Ciro,Rickson and Kid Peligro.

Rickson and Leticia.

Rickson teaching.

Rickson explaining.

Rickson giving details of the position.

Other details.

Group training.

More details.

Ricardo,Royler,Rickson and Jordan.

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Rickson’s seminar was insane – Thanks to everyone that came. It was a great day for the Gracie Humaita and Jiu-Jitsu family

Por royler

 

The seminar star one time.

Rickson teach position.

One more photo.

Group training.

Group picture.

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Entrevista com Royler Gracie no site.: www.dentrodoringue.com.br

Por royler
Foto: Marcelo Alonso
Casca-grossa de primeiro nível, Royler Gracie enfrentou lutadores duríssimos não só em sua reconhecida carreira no Jiu-Jitsu e no ADCC, mas também no MMA. Aos 45 anos, ele retorna ao Brasil no dia 14 de setembro para fazer contra Masakatsu Ueda aquela que, segundo o próprio, será a última luta da carreira. E ela poderia ser contra um adversário para lá de polêmico e que está engasgado na garganta, queira ou não.
Eddie Bravo o finalizou com um triângulo no ADCC 2003 e se vangloria do feito até hoje, oito anos depois. E não foi só para a luta cancelada do ADCC 2011 que os dois estiveram em pauta, mas também no Amazon Forest Combat, evento que Royler vai lutar em Manaus. “Quando falaram que era vale-tudo, ele não quis nem saber o valor da bolsa”, revelou o lutador em entrevista exclusiva ao PVT que você vai conferir em duas partes a partir desta quarta-feira.
Na primeira parte do bate-papo, que você confere abaixo, Royler fala sobre as negociações para voltar a lutar depois de 5 anos, as dificuldades para definir seu adversário – Tokoro também esteve na linha – e sobre os treinos.
PVT: Como ficou toda essa polêmica do cancelamento da luta com o Eddie Bravo?
Royler Gracie: O Eddie Bravo é carta fora do baralho há muito tempo, é cachorro que late mas não morde. Ele fez um alvoroço danado, mas acho que nem o Sheik acredita no potencial dele. Não quiseram bancar a luta e eu não trato de valor de bolsa minha pela internet, não é pra ninguém saber, é algo particular meu. O vice-presidente foi antiprofissional e antiético como matchmaker. A luta seria ótima se acontecesse, mas infelizmente não vai ter mais. Perderam uma grande oportunidade pra promover um grande evento. Mas tudo pode mudar, né? É só o Sheik não estala o dedo e faz acontecer?
Agora você está escalado para lutar MMA no Brasil. Como foram as negociações com o Amazon Forest Combat?
Está marcado para o dia 14 de setembro e cogitou-se até o nome do Eddie Bravo. Pelo que soube ele foi procurado e não quis nem saber o valor da bolsa, disse que não luta vale-tudo, só luta ADCC. Mas acho que ele está muito preocupado pra quem ganhou (risos). Agora já estou com adversário definido, o Masakatsu Ueda, que vem do Shooto e é muito técnico em pé, cai pra dentro no chão, já venceu brasileiros (Eduardo Dantas) e empatou também (Marcos “Loro”). Vai ser algo emocionante pra quem está no fim de carreira.
A previsão era que você enfrentasse o Tokoro e não rolou. A motivação e os treinamentos mudaram muito por isso?
O Tokoro já tinha fechado de lutar aqui antes de fechar o Dream. Seria muito bom pra mim, porque a última pessoa que enfrentei foi ele. Não sei se ele foi vetado, mas logo que ganhou o Dream inventou uma desculpa e pulou fora também. Aí mudou pro Ueda. Mas meu treino está bom pra caramba, forte, sempre estive em forma. Estou com garra, sangue no olho de garoto, mas com 10 vezes mais experiência do que no começo da carreira. Hoje erro menos e tenho mais visão de lutador. O gás não é monstruoso, apesar de ter um dos melhores entre os cascas-grossas, mas estou me sentindo bem pra fazer essa luta.
Vai fazer a reta final de preparação no Rio?
Não, a intenção é ir direto para Manaus. Estou com uma galera muito boa aqui (em São Francisco, Estados Unidos), um material humano muito forte. O Fabrício Morango vai ser meu coach, e com ele estou treinado com wrestlers e alguns atletas de jiu-jitsu casca-grossa, além de várias parcerias com atletas de MMA, galera que luta o UFC no meu peso, e isso ajuda muito.
O que te motivou a lutar de novo?
Sempre fui um competidor nato, estou bem comigo mesmo, em forma. Estou há cinco anos sem lutar, me ofereceram o Tokoro e aceitei de cara porque perdi pra ele numa luta duvidosa. Seria uma boa oportunidade de mostrar pra ele que sem a vantagem de lutar no Japão eu iria cair matando. Isso me estimulou muito. Ele saiu do evento e como eu já tinha dado minha palavra, não poderia sair, até porque gosto muito do pessoal de Amazonas, temos muitos seguidores da Gracie Humaitá por lá. Saiu o Tokoro, vou com quem tiver. Seria mais uma despedida do que qualquer coisa, porque não estava pretendendo lutar e isso caiu do céu.
PVT: O que muda na sua estratégia habitual e o que pretende incorporar ao jiu-jitsu?
Royler Garcie: Meu forte é chão, o corpo-a-corpo, disso ninguém tem dúvida. Para me bater, meu adversário tem que chegar no corpo-a-corpo, e é justamente essa estratégia de tempo e clinche que eu estou treinando para usar na luta. Quero chegar no cara quando ele chegar em mim, quando ele der uma chance… treino boxe, wrestling, como formas de me deixar mais ativo, com reflexo condicionado e situado do que está acontecendo. Quero enaltecer mais uma vez o Jiu-Jitsu. Não sou trocador, não pretendo nocautear, mas é claro que se deixar a cara na reta eu vou meter a mão.
Não perca, nesta quinta-feira, a segunda parte da entrevista exclusiva com Royler Gracie. Nela, o casca-grossa fala da família, a nova geração Gracie, incluindo Roger, Kron e Kyra, sobre o UFC Rio e Chaell Sonnen.
“É difícil ignorar um ignorante como esse, e ele devia se desculpar da mesma forma que agrediu. Não são todos que têm sangue de barata pra ficar calado, ser xingado e cumprimentar”, criticou.

 

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Still have some spaces for Rickson Gracie Seminar. Don’t live the registration for the last minute.

Por royler